Como poderei ter a liberdade
se teu fantasma ainda sobrevive
como tortura que não se extingue
destruindo minha identidade?
Nem a mais doce lembrança me acalma
pois é infinito meu desespero.
Desde que nosso ninho foi desfeito
tudo que me esta é tua falta.
Fizeste meu sofrimento eterno
quando partiste sem explicar
transformando meu mundo em inferno.
Por quantas vidas terei que passar
procurando a cura do teu veneno
na qual poderei a alma libertar?


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